Educação pública
Escola e universidade públicas, gratuitas e financiadas. Valorização de quem ensina.
Professora doutora, feminista e pesquisadora da UNESP. Uma candidatura para territorializar a luta e interiorizar a esperança no Oeste Paulista.
Carolina Simon é professora doutora, pesquisadora da UNESP e militante feminista. Construiu sua trajetória no Oeste Paulista, entre a sala de aula, a pesquisa e a organização das lutas que atravessam a vida de quem vive no interior: saúde pública, educação, direitos das mulheres e a defesa de um Estado presente.
É dessa mistura que nasce a candidatura: alguém que estuda as políticas públicas e, ao mesmo tempo, está na porta da escola, na roda de conversa, no corredor do posto de saúde. Uma candidatura de gente que organiza gente.
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Apoie a vaquinhaCada bandeira nasceu de uma luta concreta do território. Elas são o programa desta campanha e o compromisso do mandato.
Escola e universidade públicas, gratuitas e financiadas. Valorização de quem ensina.
Saúde pública universal, com atenção básica forte e fim das filas no interior.
Rede de proteção que funcione: casa-abrigo, delegacia da mulher e políticas de prevenção.
Proteção integral da infância e garantia dos direitos previstos em lei, sem exceção.
Terra para quem trabalha, apoio à agricultura familiar e comida de verdade na mesa.
O interior dentro do orçamento e das políticas públicas do estado de São Paulo.
Combate ao racismo e ao machismo como política de Estado, não como discurso.
Existir não se negocia: políticas de acolhimento, saúde e enfrentamento à LGBTfobia.
Aqui redpill não se cria: futuro com trabalho digno, cultura, esporte e educação.
Onde há axé, floresce mulher: cultura popular, terreiros e fazeres do interior.
Saneamento, defesa dos rios e transição justa contra o avanço da devastação.
Contra a uberização, por emprego digno e valorização de quem faz a economia girar.
O interior de São Paulo aprendeu a ser tratado como periferia do próprio estado. As políticas públicas chegam tarde, quando chegam. A saúde depende de fila e de viagem. A universidade é defendida por poucos e atacada por muitos. E a violência contra as mulheres virou estatística que ninguém quer olhar de perto.
Esta candidatura nasce da recusa a esse destino. Nasce da sala de aula e da pesquisa, mas também da rua, da roda de conversa e do encontro com quem organiza a vida no Oeste Paulista todos os dias. Não somos visita: somos daqui.
Defendemos o SUS e a educação pública porque são a única política de renda, cuidado e futuro que chega em todo município. Defendemos a vida das mulheres porque nenhuma delas deveria precisar de coragem para sair de casa. Defendemos a terra, a água e a cultura porque é delas que vem o que nos sustenta.
Um mandato não resolve tudo. Mas um mandato pode colocar o Oeste Paulista no mapa das políticas públicas, abrir a Assembleia para quem nunca entrou nela e transformar luta dispersa em força organizada. É isso que a gente propõe: interiorizar a esperança e territorializar a luta.
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